segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
É assim que gostamos delas..
Uma sentida homenagem a todas as mulheres de barba rija do nosso Portugal
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Masagran

Ingredientes
2 xícaras (chá) de café frio
2 colheres (sopa) de açúcar
2 xícaras (chá) de água gelada
Suco de 1 limão
Rodelas de limão para decorar
Preparo
No liquidificador bata o café, o açúcar, a água e o suco de limão até obter um líquido espumoso. Sirva o masagran em copos altos, decorando cada um com uma rodela de limão.
Dicas
Depois de servido, o masagran é bebido com a rodela de limão dentro do copo.
Origem
Brasil
Público Alvo
Gente maluca, moderna e contemporânea, sofisticada, com alguma queda para a panisguice e maldissência do marasmo em que este país se tornou.
O "Zé Pagante" paga tudo. Mas tudo!
Fez ontem um ano que o Governo nacionalizou o Banco Português de Negócios. Vamos deixar de lado a discussão quase académica de saber se deveria ter havido nacionalização: a desconfiança em relação ao sistema financeiro era tanta que, se o Estado não agisse, havia risco de corrida aos depósitos e aí todos os bancos, bons e maus, cairiam no mesmo saco. Mas há uma discussão que não é nada académica: o custo da nacionalização para o erário público.
Na altura Fernando Teixeira dos Santos estimou o buraco do BPN em qualquer coisa como 700 milhões de euros. Também na altura dissemos que dificilmente a "brincadeira" sairia por menos de 1400 milhões de euros. Valor que o tempo se tem encarregado de tornar pequenino…
Mas, se existe uma consciência difusa de que o buraco atinge valores obscenos, continuamos sem saber qual o "preço certo". Teixeira dos Santos mantém-se "prudentemente" silencioso. Francisco Bandeira, a pessoa que a CGD lá colocou para dar a volta ao problema, vai dizendo umas coisas… mas também não arrisca valores. Ontem, em entrevista à TSF (sem gravação), deu a entender que a factura para o contribuinte não vai ser pequena.
O mínimo que se pode dizer sobre este processo é que é uma vergonha. Doze meses é tempo suficiente para se saber qual a dimensão do buraco do BPN. E de informar cada contribuinte sobre quanto vai pagar pelo facto de a supervisão ter falhado. Não é por nada… mas quem paga tem o direito de saber quanto. Mesmo quando não tem hipótese de questionar o preço.
"Camilo Lourenço in Diário Económico"
Na altura Fernando Teixeira dos Santos estimou o buraco do BPN em qualquer coisa como 700 milhões de euros. Também na altura dissemos que dificilmente a "brincadeira" sairia por menos de 1400 milhões de euros. Valor que o tempo se tem encarregado de tornar pequenino…
Mas, se existe uma consciência difusa de que o buraco atinge valores obscenos, continuamos sem saber qual o "preço certo". Teixeira dos Santos mantém-se "prudentemente" silencioso. Francisco Bandeira, a pessoa que a CGD lá colocou para dar a volta ao problema, vai dizendo umas coisas… mas também não arrisca valores. Ontem, em entrevista à TSF (sem gravação), deu a entender que a factura para o contribuinte não vai ser pequena.
O mínimo que se pode dizer sobre este processo é que é uma vergonha. Doze meses é tempo suficiente para se saber qual a dimensão do buraco do BPN. E de informar cada contribuinte sobre quanto vai pagar pelo facto de a supervisão ter falhado. Não é por nada… mas quem paga tem o direito de saber quanto. Mesmo quando não tem hipótese de questionar o preço.
"Camilo Lourenço in Diário Económico"
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